20 junho 2011

por mim, perfeito! contudo...


não deixa de ser engraçado que Villas-Boas, que era "um dos nossos", que "não trocava o Porto por nada", afinal, tenha a impedi-lo de ser pôr a andar, apenas, a cláusula de rescisão. Sem dramas. No entanto, eu cá, gosto sempre mais de ouvir um discurso do tipo gosto muito de vocês, mas, amigos amigos negócios à parte. Como devia ter feito o Coentrão, desde o principio. A não ser que a pessoa pense mesmo que está acima de qualquer oferta. O que, como se sabe, nem no futebol nem em coisa alguma....

1 comentário:

Dylan disse...

Afinal, a madeira da "cadeira de sonho" tinha caruncho e partiu-se. Na loja do mestre André venderam-se ilusões, promessas e juras eternas, nada que qualquer fax e uma transferência bancária não resolvam. No entanto, parece que havia outro, o adjunto, transformado em obreiro de títulos de última hora. Gabo-te a coragem por saberes que os clientes do costume viriam à tua loja apresentar reclamação, furibundos, chamando-te traidor e apelando às vigílias. Obrigado mestre André por este alto momento de comédia e ironia, aprendeste com os melhores, porque foi preciso alguém de sangue azul pagar na mesma moeda a quem inventou a arte de desviar jogadores e treinadores praticamente assegurados noutros clubes utilizando o cinismo e o poder do dinheiro.