13 fevereiro 2011

o título já diz tudo, directo e sem espinhas.


É disso que se trata: a articulação de um discurso, d' "O" discurso. . Literalmente. O filme é Albert Frederick Arthur George, ele próprio, contra um inimigo mil vezes pior que a Alemanha nazi e longe dos bastidores da política do Palácio de Buckingham e da própria Europa que só aparecem para contextualizar.
Conta para a qualidade do filme a interpretação de Colin Firth que criou aqui um personagem pelo qual deverá ser lembrado. O peso dramático que oferece ao papel, a angústia e a aflição com que luta contra a sua deficiência, têm no espectador um impacto quase visceral. Além de tudo isso, o ambiente, a cor, a fotografia, são soberbos.
Para quem se perguntava como pode um filme sustentar-se no discurso de um Rei, está aí a resposta. Uma fantástica resposta!

2 comentários:

Fado Alexandrino disse...

Já fiz um apontamentozinho há dias no meu blog.
É um colírio para os olhos.
Duas horas monumentais.
Aquela cena da morte do rei é de antologia.

BouncingSoul disse...

Já ia fazendo falta um filme realmente bom dentro do universo do bem sonantes...