13 dezembro 2010

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De hoje e até dia 20, irei publicar diariamente no Contra Capa uma série de posts sobre a origem e a história dos tecidos. Publico-os, por vontade de os guardar, e, simultâneamente, por achar que alguns de vós hão-se apreciar fazer-me companhia nesta leitura. Vamos lá, então.

Estes textos foram publicados por Juliana sayuri no ModaSpot.com e baseiam-se no livro Fio a Fio: tecidos, moda e linguagem, de Gilda Chataignier (que tentarei encontrar...).


No prefácio do livro, Kathia Castilho diz: “Como se vê, os fios tramam contextos, alinhavam histórias, arrematam elos de nossa cultura”. A história dos tecidos conta muito sobre o corpo, a moda, os costumes e hábitos, a arte, a cultura e a tecnologia de uma época.


Na página 46 do livro Fio a fio, a autora Gilda Chataignier diz: “[...] Ninguém duvida que o tecido tenha uma presença extremamente forte na sociedade contemporânea. Aliás, em tempos idos e vividos, a fibra tecida e vestida sempre foi símbolo de poder, segurança, competição, cobiça, gosto, elegância e outras variáveis de maior ou menor envergadura, incluindo seus opostos. Dentro das meadas que tecem a História, dos usos e abusos, torna-se patente e inequívoco que o pano é um catalisador de sensações que passam pelos sentidos dos humanos e celebram à sua moda, o que é bom usar ou o que merece ser esquecido [...]”

“Ao longo da história dos tecidos, certos padrões e tramas têm sido repetidos. Esses tecidos se tornaram clássicos e alguns clássicos permanecem populares de uma forma ou de outra, por exemplo, pontos, listras e florais. Outros clássicos entram e saem de moda, como o design paisley. É interessante notar um design têxtil clássico e ver o que o torna tão atemporal, para tentar reinventá-lo” Jenny Udale

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