03 outubro 2010

este homem, pá...quanto mais abre a boca mais se enterra!



Deco disse há dias numa entrevista, que Carlos Queiroz era falso. Por acaso, pessoalmente, até já achava que sim, que é, e que ninguém confiava nele naquele grupo. Nem no grupo, nem fora dele, já que falamos nisso.
Mas extraordinária mesmo, é a resposta do treinador à afirmação de Deco. Enfiou a carapuça até aos joelhos, respondeu com raiva, com o verniz a estalar com estrondo, como já não surpreende, e portanto, com um nível que já suspeitávamos que tinha: baixinho, baixinho. Nem sequer podemos dizer que enganou, essa é que é a verdade. Desde o primeiro minuto que Queiroz não tinha estofo, nem nível, nem personalidade, nem carisma, nem coisa alguma que merecesse o lugar. Mas no fim deste bate-boca ridículo em que se enfiou até às orelhas, a coisa afigura-se mais negra ainda: como é que esta espécie de treinador explica ter metido na selecção portuguesa, que lhe pagou, ou paga, ou vai pagar, os olhos da cara, um jogador («ex-jogador em actividade»- como lhe chama), que é um profissional de «carácter duvidoso», e que, pasme-se, no campeonato do mundo se encontrava numa «forma miserável»? Mi-se-rá-vel!, disse.
Mas afinal........quem é que o convocou??
Quem é que assumiu perante os portugueses que Deco tinha qualidades técnicas e perfil psicológico adequados à selecção?? Quem é que a seguir vem dizer o contrário, pondo em causa os seus próprios critérios?
Quem é que, afinal, acaba por confirmar preto no branco a afirmação de Deco?
Mas que raio de seleccionador foi este? Quem é que,no fim de tudo, tem que pedir desculpas aos portugueses?
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Por favor tirem o homem de cena, que já mete nojo.

3 comentários:

Fado Alexandrino disse...

Tens razão embora eu pessoalmente deteste um jogador que se naturaliza e consegue meter um golo na baliza do se ex-país para onde vai a correr mal deixa de servir no segundo.
Agora o que eu, tu e todos nós gostaríamos de saber é quem é que selecciona os jogadores.
Acho que alguns nomes já vêm escritos numa folhinha que oportunamente entregam aquele que oficialmente é designado por seleccionador.
Dever mais ou menos como aquela cena da "proposta irrecusável" do Padrinho entregue por um padrinho tuga.

Cristina disse...

Fado

sim, provavelmente, embora no caso do Deco me pareça que não tem por cá grandes cunhas, pelo contrário.

este penso que esteve lá por mérito....lembras-te daquela frase "oxalá o Deco esteja em grande?

em 2004 um jornalista brasileiro escreveu isto

"O meia Deco iniciou a Eurocopa no banco de reservas da seleção portuguesa, mas deve ganhar a vaga no time titular depois da derrota de sua equipe para a Grécia por 2 a 1, na abertura da competição, no sábado.
A imprensa portuguesa e o público querem ver o brasileiro naturalizado português na vaga de Rui Costa contra a Rússia, na quarta-feira, quando a vitória será importante para manter a equipe na disputa."

Anónimo disse...

Mudam-se os tempos, muda-se a vontade..quando o dito cujo selecionador veio, escrevia-se aqui que o Brasileiro era um coitado o dito cujo é que era bom :-)apenas um tinha dúvidas em respeito ao karma negativo do dito cujo..

Um forte abraço Menina Cristina
intruso