04 janeiro 2010

duas adições de peso à juke box: Chavela Vargas,com La llorona e Paloma negra .

Da WKP:
Isabel Vargas Lizano, conhecida como Chavela Vargas,

(San Joaquín de Flores, Costa Rica, 17 de Abril de 1919) é uma cantora da tradição ranchera mexicana. Mudou-se para o México aos 15 anos em busca de paz e uma carreira. O país, acolheu-a e deu-lhe tudo que desejou. Iniciou a sua carreira aos 32 anos e teve grande evidência nos anos 1950.

Conhecida pela sua maneira chorosa e intensa de cantar, encantou o mundo com a sua voz incomparável. Foi amiga da pintora Frida Kahlo. Após uma carreira bem sucedida no género, e a posterior decadência obtida pelo consumo excessivo de alcool, foi redescoberta em 1992 pelo cineasta Pedro Almodóvar (claro...) que resgatou o seu talento com quase 80 anos, apresentando-a nos seus filmes. Publicou a autobiografia em 2002 em livro intitulado Y si quieres saber de mi pasado. Actualmente com 90 anos, mora em Tepoztlán, lugar no qual se inspirou para compor a canção Maria Tepozteca.

5 comentários:

dalloway disse...

O que eu gostei deste filme!!
O momento desta canção é assim...
(vou ali ver se arranjo uma palavra)

Fado Alexandrino disse...

Acho que passou despercebido, mas morreu a Lhasa De Sela.

Cristina disse...

dalloway

eu também gostei muito. a banda sonora é espectacular!!

beijos

Cristina disse...

Fado

não passou, só que não sou fã. reconheço que tem coisas interessantes, mas realmente não me toca como esta, por exemplo.

elle disse...

Adoro Chavela, Frida Kahlo - como pintora e Mulher-, Diego Rivera, o filme (que tenho), a banda sonora (que tenho), este tema e, em particular, esta interpretação de Chavela.

E esta maravilhosa lenda mexicana que é “La Llorona”: mulher mexicana que se apaixonou por um soldado espanhol. Viveram um grande romance e tiveram um filho. O raio do espanhol casa com outra (espanhola, presume-se) e a mexicana então, num acto de loucura, afoga a criança no rio e mata-se também. É o arrependimento pelo seu crime que faz vaguear a sua alma à noite nas margens dos rios, chorando… chorando…