04 julho 2009

Ainda a propósito de cornos

Eu suponho que quando uma empresa faz um patrocínio de algo é por esperar ter retorno do investimento pelo aumento do consumo dos bens que comercializa.
Será que alguém me pode explicar se em Aljustrel ainda se usam ferros de engomar a carvão ou há mais empresas a fornecer electricidade?
É que eu, ao ler a notícia abaixo em que uma empresa dá dinheiro a pedido de um ministro do tal governo que não intervém como não interveio na compra da TVI pela PT, se fosse accionista ficaria preocupado com a gestão, como cliente fico com uns grandes cornos ao pagar a factura da electricidade pensando que uma parte vai ser gasta a fazer favores a um ministro.

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“Pinho não entregou cheque ao clube”

"Não houve entrega de qualquer cheque de Manuel Pinho no valor de cinco mil euros. A única coisa que nos prometeu foi arranjar um patrocinador, e cumpriu fazendo a ponte entre o clube e a EDP. A empresa atribuiu depois essa verba em equipamentos desportivos." A explicação sobre o patrocínio ao Clube Aljustrelense, que motivou a acesa discussão no Parlamento e levou o ex-ministro da Economia a dirigir um gesto insultuoso ao deputado Bernardino Soares (PCP), foi ontem prestada pelo presidente do clube, Hélder Vairinhos.


O dirigente acrescenta que foi a EDP que pagou à empresa fornecedora dos equipamentos e que o clube tem ainda 'um crédito de 2500 euros'. Versão confirmada pela própria EDP, que ao CM garantiu não ter atribuído qualquer cheque ao clube. 'Houve um pedido do Aljustrelense para o patrocínio de camisolas, que foi aceite, mas pagámos directamente ao fornecedor', afirmou fonte oficial da EDP, acrescentando que o valor em causa foi de 4200 euros.

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