02 março 2009

e ela veio, a segunda, com a cara e as garras de sempre


Ora começou logo pela manhã cedinho. Lá vou eu directa e sem escalas ao tribunal de Sintra chamada a testemunhar não sei o quê entre uma companhia de seguros e um cidadão (supostamente ex-doente) porque a parte que me lá pôs o nome no imbróglio não teve a gentileza, ou a correcção, melhor, de me informar pelo menos qual era o conflito em causa e o que pretendiam de mim. Mas fui, que eu sou bem mandada. Esperei. Como não visse movimento especial lá no juízo onde era suposto acontecer algo, decidi perguntar o que se passava, ao que gentilmente me responderam que não se iria passar nada já que o tal julgamento tinha sido anulado na passada sexta-feira, facto do qual tinham sido informados os advogados. Continuei sem ser informada do conflito em causa. Portanto, assim se decide da vida de cada um sem a mínima explicação, e assim decide o contrário com menos explicações ainda....

2 comentários:

Pêndulo disse...

Não sei por que te queixas. Pela primeira vez o segredo de justiça não foi violado eh eh eh

Manel disse...

Heranças de um tempo em que os lugares de tais funcionários e JUÍZES até parecem que são de direito divino.