13 dezembro 2008

dito e registado

E lá nos traz a Joana Lopes mais outra pérola...
Ora nem mais. Nem o César das Neves diria melhor, mas que lhe deve ter renascido a fé nos políticos, lá isso deve....

13 comentários:

isabel mendes ferreira disse...

um terror!!!!!


é o que é!




:)




abraço__________Cris.

Joana Lopes disse...

Olá Crisyina,
Uma maravilha. não é?
O César as Neves é que anda com menos graça...

Abraço

loirices disse...

e são estes srs. que representam a vontade pública???

Alien8 disse...

Cristina mais linda,

Mas estes "deputados" passam...

E fica o mau gosto e a ignorancia daquilo que dizem / escrevem.

E a caravana fica:)))

Beijos grandes

Eric Blair disse...

ah ah ah, para um gajo que se chama rego do caralho, não está mal ;)

Cristina disse...

isabel

abracikus pra ti também :)

Cristina disse...

Joana

pasma, é o que eu fico com estas coisas...

bjinhos

Cristina disse...

loirices

são. o pior é que se pudessemos escolher, como é que se preenchiam os lugares??

Cristina disse...

Alien

passam mas depois de decadas, nalguns casos. e isso deixa muita mossa.

Cristina disse...

Eric

loool, coitadinho...

Anónimo disse...

Eric, não estou a perceber nada: então, não são os que têm um rego do c...... que defendem o casamento entre homosexuais?

Manel disse...

Ao princípio o Rego deu uns saltos, mas depois até assentou.
É o PêPêDê no seu melhor, herdeiro da ANP do Caetano

Anónimo disse...

De quando o Parlamento tinha algum nível, aqui vai um poema de Natália Correia lido como resposta a João Morgado (CDS) quando este, no debate sobre legalização do aborto, afirmou que "o acto sexual é para ter filhos".

Já que o coito - diz Morgado -
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca,
sendo pai de um só rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou - parca ração! -
uma vez. E se a função
faz o órgão- diz o ditado -
consumada essa excepção.
ficou capado o Morgado.

(3 de Abril de 1982)