25 novembro 2008

mais fácil é unir-se à infinita multidão conformada com os rasteirismos da própria natureza.




A Ana Matos Pires do Jugular, relembra, em Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, que
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Uma questão: quantos casos de violência doméstica conhecemos eu, tu, nós, e que por comodismo, medo ou descrédito na justiça não denunciámos?

Quantas vitimas são também nossas vitimas?

3 comentários:

Anónimo disse...

A amplitude destes crimes poderia reduzir-se com a paricipação cívica de todos nós. É bom que isto seja lembrado. Obrigado!

Anónimo disse...

Aqui na empresa que gerencio, um dos meus peões deu duas surras na mulher. Na terceira chamei ele na minha sala onde eu e mais um segurança o aguardava. Quando ele entrou, o segurança "gadunhou" o pescoço do dito cujo e eu fui objetivo: "- Olha aqui fulano, se encostar um dedinho que seja, se chamar tua mulher de feia, eu e o Zezo ( o segurança) te pegamos e te arrebentamos na pancada. Entendeu direitinho?" Ele balbuciou um sim e mandei-o embora.
Faz uns dois anos isso. Ele nunca mais bateu na mulher. Justiça tem que ser assim: rápida e ficiente.

Brancaleone, o salomônico disse...

O anônimo sou eu!!!

Mas que diabo que eu sempre esqueço!!!