20 fevereiro 2008

abduzida do mundo..


sem tempo para responder aos comentários ou para ver noticias, fui directa e sem escalas satisfazer a curiosidade ao Biscoito. Valeu a pena.

Quem sabe o Alon ou o Rafael possam me ajudar a lembrar alguma eleição – no Brasil ou em qualquer outro lugar – em que tenha havido uma virada de 30 pontos em duas semanas. Porque foi exatamente isso que Obama fez em Wisconsin, no coração da base clintoniana. (...) Obama tem mobilizado – particulamente entre os jovens – uma energia que há décadas não se via na política americana. Mas também é verdade que poucas vezes na vida vi uma campanha tão incompetente como a de Hillary Clinton. Até mesmo uma campanha razoavelmente administrada teria sido suficiente para ela, dada a grande diferença de reconhecimento entre os dois nomes e a colossal diferença de poder entre os dois grupos dentro do Partido Democrata.
Mas a campanha foi enterrada pela estratégia de ignorar os lugares onde sofria derrotas (não oferecendo parabéns ao vencedor e nem mesmo agradecendo seus voluntários), pelo recurso à sistemática negatividade (as pesquisas de boca-de-urna em Wisconsin mostraram uma imensa rejeição a essa estratégia, um dia depois de que a campanha de Clinton tirou da cartola uma incrível
acusação de plágio contra Obama) e pela desqualificação dos estados vencidos pelo senador de Illinois (com argumentos do tipo: assembléias não contam, estados com população negra não contam, estados republicanos não contam etc., até o ponto em que Wisconsin, que é a epítome do estado que, segundo essa lógica, deveria “contar”, terminou rejeitando-a) .
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contente deve estar o meu amigo Geoffrey Kruse-Safford

4 comentários:

MariaTuché disse...

Buenos dias doutora :)

Beijiossssssssss

Francis disse...

soberba de quem achava que um nome vencia.

Cristina disse...

maria

bom dia querida! bem disposta?? :)

Cristina disse...

Francis

nem mais..:)) beijocas