16 dezembro 2007

Liberdades



Entre o café e José Hermano Saraiva, aproveito para agradecer ao Espreitador, companheiro de bloguices desde o início do CC, a simpatia de se ter lembrado de mim para o prémio "Escritores da Liberdade". Agradeço este prémio, mesmo não sendo "escritora", enquanto experimento várias sensações contraditórias ao pensar em liberdade de escrita e em como essa liberdade pode ser enganadora, e até intimidatória, se é que existe.... é difícil dizer que sim, facto que nos advém da condição de seres sociais altamente dependentes das conexões que estabelecem e do equilíbrio harmonioso dessas relações. Então, a única realidade presente aqui, é o potencial imenso de tudo o que poderia ser dito, porém, arrisco que na maioria das vezes a liberdade mais usada é a da não escrita. Ainda assim, até hoje, de facto, tenho a consciência -e a satisfação- de poucas vezes me ter sentido coagida a não expressar a minha opinião. Claro que já muitas vezes deixei de a dar nos termos em que tinha vontade mas, apesar de tudo, sem grandes turbulências, lá fui levando a água ao moinho... a parte mais dificil é mesmo a seguinte. Assim, directo e sem escalas, Catarina Campos, Joao Tunes, antonio boronha, E-Konoklasta, Tomás Vasques, Raimundo Narciso, FranciscoJoséViegas, ZMF, a.k.a Anarca (eram 5, mas não deu.)

6 comentários:

Anónimo disse...

presunção e água benta

Cristina disse...

que você adoooora :), volte sempre.

PiresF disse...

Acompanhando-te desde o inicio, de facto, sei bem porque mereces este prémio.

Beijinho

Cristina disse...

só posso agradecer-te outra vez, mas escritor és tu.

eu tento expor algumas ideias, nem sempre sei se consigo...


um beijinho

e-ko disse...

agradeço-te Cristina, pela liberdade talvez mereça o prémio agora pela escrita... vou ali já venho!

boa semana e um beijo amiga

Cristina disse...

e-ko

o mesmo poderia eu dizer, mas vamos pela liberdade, o que já não é pouco :))

beijinho